Inexplicável

Padrão

Melhores e responsáveis entre seus pensamentos, onde nada difere assim
uivando madrugada afora, precisando enxergar ruas, gente…
um “nós” trincando aqui

Por onde rumo? Que um entendimento…
eu uso névoas, ainda ouço?
critico, ouso, não sinto interromper… gosto onipresente…
tenho esquecido?
esqueço-me sem querer… um enredo cercado e ruído?

NÃO CONSIGO!

E o que será do Amanhã?

Padrão

O que devo esperar da maré?
Só nos resta me resta me apoiar na fé
A construção de um sonho que não veio
A doce voz de um futuro que não existiu
Uma frase que, triste, se partiu ao meio
É a chama que depois da ventania não resistiu

Chegou o tempo de repensar
Chegou o tempo de replanejar
É a hora de dormir pra outro sonho sonhar
E no meio dos meus pensamentos outro objetivo encontrar

E mesmo que tudo se acaba,
O show tem que continuar
E se o seu castelo de areia desaba
É sinal de que é hora de recomeçar

A vida vem, a gente acaba aprendendo
E com os erros vamos nos fortalecendo
Uma hora ou outra a gente encontra o caminho
E deixo, enfim, de me tornar sozinho
Vou apagar os erros e repensar as decisões
E me livrar, talvez, desse mundo de ilusões

E o que será do amanhã?