Profundas Mudanças

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Quem é este que aparece no espelho?
Já não reconheço quem sou
O traço dos anos. O traço das dores.
Amores que já conheci, o que me sobrou?

A face que vejo, em um leve lampejo
Nas bordas manchadas do vidro
Figuram e inundam o quarto
Mostrando que, apesar de tudo, eu vivo

É o crescimento, o conhecimento, o ensinamento
Não mais lamento o que, agora, passou
E, ora, a hora enfim há de chegar,
Não importando o fato de um ano passar,
Apesar dos pesares a me castigar
A minha vez, sim, chegará
Onde enfim poderei-te amar…

E em um movimento irregular,
Sentaremos juntos a observar
Dizendo-te que linda tu és como o luar…
E felizes juntos seremos, onde nada mais temeremos

Apenas imagine, . . . . .

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