Diretrizes da Nova Interface Metro

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O novo Windows 8 trará consigo um novo conceito de interface, citado pelos designers da Microsoft como uma linguagem de design, conhecido como Metro. Esse novo conceito de interface já se apresentou, um pouco discreto convenhamos, no Windows Phone 7. Porém, a tendência é que com a chegada do novo sistema operacional da Microsoft, ele venha dominar os novos aplicativos tanto para desktops, quanto para tablets e smartphones.

Nesse post vamos conhecer os principais conceitos para desenvolver utilizando esse novo conceito de interface, que possivelmente venhamos a utilizar nos próximos posts da série sobre Windows Phone.

O desenvolvimento de interfaces Metro guia-se a partir de 5 pontos principais:

  • Leve e Simples. Ao desenvolver, concentre-se em tarefas primárias, utilizando a famosa metodologia do “mais com menos” (pouco esforço do usuário para ter acesso a vários recursos, com uma interface limpa). Procure utilizar itens espaçados, simplificando a interface e aproveitando mais o uso da tela.
  • Tipografia. Concentre-se em utilizar fontes não somente legíveis, como bonitas esteticamente, balanceando o uso de negritos e com os tamanhos da fonte, respeitando uma hierarquia de conteúdo.
  • Movimento. Interface ágil e rica em movimentos. A transição entre as telas de interface, segundo essa diretriz, é tão importante quanto o próprio design da interface. Crie o sistema com animações, e não somente transições simples.
  • Conteúdo. Reduza ao máximo itens na tela que não sejam conteúdo. A navegação deve ocorrer pelo próprio conteúdo em si.
  • Seja conciso. Projete a interface antes de começar a fazer. Seja autêntico. Sem firulas. Conteúdo de qualidade faz a interface ficar mais bonita.

Principalmente em se tratando de aplicativos móveis (tablets e smartphones), a Microsoft quer dizer a nós desenvolvedores que não devemos simplesmente converter um aplicativo de Android ou iOS para Windows Phone sem modificar a sua interface. Ela quer que nos adequemos ao seu padrão, para diferenciar o Windows Phone.

É um desafio. Será que vale a pena? Talvez. Eu estou seriamente disposto a gastar algumas fichas nisso. Aguardem os próximos posts 😉

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